Licença-pet: uma realidade necessária

Este assunto não é novidade por aqui. Em abril deste ano falamos sobre empresas que oferecem folga para os funcionários que adotarem um pet.

Existe empresa que dá 2 dias de folga para o funcionário que adotar um animal de estimação. E o benefício é para qualquer tipo de pet.

Mostramos que a iniciativa é de uma empresa de banho e tosa de cães de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Meses depois, outras empresas aderiram ao benefício. Basta dar uma pesquisa na internet para ver como o assunto já é uma realidade.

A “licença-PETernidade” visa facilitar a adaptação do animal e não é descontada da folha de pagamento.

Uma licença parecida já entrou em pauta no Senado. É a Licença PET (para donos de animal doméstico acometido de doença grave ou cirurgia). A proposta era beneficiar o tutor por até 10 dias. Ele deveria comprovar a saúde do anormal com laudo e chancela de médico veterinário para casos de doenças graves em tratamento ou cirurgias eletivas e de emergência.

A proposta não foi encerrada por falta de apoio. Uma pena!

Que mais ideias para facilitar a adoção e os cuidados com os pets sejam apresentadas. Desejamos mais políticas públicas para o bem-estar animal.

Qualquer ideia que incentive a adoção deve ser valorizada. Claro, pensando sempre em uma adoção responsável e feita com segurança para o animal.

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